Somos milhões de católicos, vivendo em quase todos os países do mundo, com uma espiritualidade própria, unidos a Cristo e centrados no Coração da Igreja, em comunhão com o Papa, apaixonados pelo Coração de Jesus Cristo, desejosos de que o mundo «tenha vida e a tenha em abundância» (Jo 10, 10).
A lei de Cristo é de coisas a fazer: amar a Deus, a si próprio, o outro, o inimigo, amar o cônjuge... Amar, amar, amar... Como é que o leitor ontem amou? Agarre numa caneta e num papel e escreva. E como é que hoje vai amar? Não precisa? E se fosse uma coisa muito importante, não escrevia? A questão é que já sabe amar, claro...
Até os Apóstolos tiveram medo quando, no monte Tabor, se sentiram no meio da nuvem, embora a nuvem fosse, muitas vezes, na Escritura, presença de Deus, símbolo da sua acção. Mas a nuvem pode-se entender também como acção do príncipe das trevas que, com fina ou grossa poeira, nos vai cegando os olhos da alma e do coração. Cegueira espiritual, nascida do orgulho, da soberba, do ódio, do ciúme, da inveja, do rancor.
Desenvolvimento económico justo. Que a economia mundial se desenvolva segundo critérios de justiça e de equidade, tendo em conta as exigências reais dos povos, especialmente os mais pobres. [Intenção Geral]
As igrejas em África. Que as Igrejas em África sejam sinal e instrumento de reconciliação e de justiça em todas as regiões do continente. [Intenção Missionária]