Somos milhões de católicos, vivendo em quase todos os países do mundo, com uma espiritualidade própria, unidos a Cristo e centrados no Coração da Igreja, em comunhão com o Papa, apaixonados pelo Coração de Jesus Cristo, desejosos de que o mundo «tenha vida e a tenha em abundância» (Jo 10, 10).
Antes da sua recente visita, Sua Santidade era queimada viva todos os dias na comunicação social. Durante a visita, a nossa inteligentzia ficou rendida a Sua Santidade. Alguns terão até ficado um bocadinho despeitados por não terem o diploma de certificação da ASAE cultural que seria o convite para o encontro no C.C.B. (cfr. Revista “Única”, Crónica Feminina – 22/05/10). Acabaram-se os ataques sangrentos. Mudaram-se as opiniões ou deixou de haver terreno propício? Rezemos.
O Vaticano anunciou recentemente que a Mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz em 2011 se centrará na temática da liberdade religiosa, tendo como título «Liberdade religiosa, caminho para a paz». Sabemos que, um pouco por todo o mundo, são vários os sinais de intolerância religiosa, que afectam várias comunidades. Neste contexto, os cristãos, e concretamente os católicos, parecem ser um «alvo preferencial». As situações nem sempre são divulgadas, pelo menos na comunicação social habitualmente mais ligada às grandes massas (...)
Justiça na eleição dos governantes. Que em todas as nações do mundo as eleições dos governantes se realizem segundo a justiça, a transparência e a honestidade, respeitando as decisões livres dos cidadãos. [Intenção Geral]
Uma cultura urbana de justiça, solidariedade e paz. Que os cristãos se comprometam a oferecer em todo o lado, especialmente nos grandes centros urbanos, uma contribuição válida para a promoção da cultura, da justiça, da solidariedade e da paz. [Intenção Missionária]